Adalberto

Neste espaço você vai encontrar aulas de diversos temas com vídeos e links que possibilitarão uma diversificação maior de pesquisa.



Física é a ciência que estuda os fenômenos naturais, especialmente no que concerne as propriedades e interações da matéria e da energia. Trata dos componentes fundamentais do Universo, as forças que eles exercem e os resultados destas forças. O termo vem do grego φύσις (physis), que significa natureza, pois nos seus primórdios ela estudava, indistintamente, muitos aspectos do mundo natural. A Física difere da Química, ao lidar menos com substâncias específicas e mais com a matéria em geral, embora existam áreas que se cruzem, como a Físico-química (intimidade da matéria). Dessa forma, os físicos estudam uma vasta gama de fenômenos físicos, em diversas escalas de comprimento: das partículas subatômicas, das quais toda a matéria é originada, até o comportamento do universo material como um todo (Cosmologia).



A Física é uma das mais antigas disciplinas acadêmicas, talvez a mais velha de todas através da sua inclusão na astronomia.[1] Ao longo dos dois últimos milênios, a física foi considerada sinônimo de filosofia, química e certos ramos da matemática e biologia mas durante a Revolução Científica no século XVI, ela tornou-se uma ciência única e moderna por mérito próprio. Contudo, em algumas áreas como a física matemática e a química quântica, as fronteiras da física mantêm-se difíceis de distinguir.







Seja bem vindo ao mundo da física!



terça-feira, 8 de junho de 2010

Aula 8

Relação entre ondas e o som

T1 - Ondas: fenomenologia, conceitos e cinemática. Propagação de perturbação de sistema contínuo em equilíbrio. Exemplos de ondas; ondas materiais e ondas eletromagnéticas; ondas transversais e longitudinais; divergência, dissipação e dispersão. Cinemática da propagação de ondas numa corda. Ondas transversais em uma dimensão. Operador translação. Propagação linear de um pulso de onda: y(x,t) = y(x - vt, t = 0). Significado físico e matemático da função de onda y(x,t). Gráficos y ´ x e y ´ t. Velocidade transversal da corda: vy(x,t).
P1 - Exercício exploratório: reflexão e superposição de pulsos de ondas numa corda. Gráfico animado da superposição de pulsos de onda numa corda. Gráficos da velocidade vertical. Cancelamento dos pulsos? Reflexão de pulsos de onda na extremidade de uma corda esticada. Vídeo e animação interativa: reflexão de um pulso de ondas por extremidade fixa ou livre; reflexão por mudança de meio com densidade diferente. Representação da reflexão por meio de pulsos virtuais. Descrição matemática e animação. Exercícios.
T2 - Dinâmica da propagação de ondas numa corda. Determinação da velocidade de propagação de um pulso ondulatório numa corda. Equação da onda numa corda na aproximação linear não dissipativa. Propagação de energia e momento por uma onda. Princípio da Superposição e linearidade da equação de onda.
T3 - Ondas harmônicas: amplitude, comprimento de onda e freqüência de uma onda representada por uma função senoidal. Animação interativa: parâmetros da onda harmônica. Simulação da geração de ondas harmônicas por oscilação da extremidade de uma corda. Formação de ondas estacionárias em cordas infinitas por superposição de ondas progressivas e retrógradas. Corda finita excitada por força externa periódica. Reflexão e interferência entre os pulsos incidente e duplamente refletido. Potência instantânea. Múltiplas reflexões; condições de ressonância e formação de ondas estacionárias em cordas vibrantes com as duas extremidades fixas, e com uma extremidade fixa e a outra livre. Simulador de corda. Modos normais de vibração e harmônicos.
P2 - Experimento: Modos normais de vibração de uma corda. Determinação da velocidade de propagação da onda em um elástico esticado pela determinação das freqüências de ressonância e comparação com o valor teórico esperado.

T4 - Lista de Exercícios - Ondas
T5 - Ondas em meios contínuos. Som. Ondas de pressão no ar, compressibilidade. Velocidade de propagação de uma onda de pressão no ar. Ondas de pressão x ondas de deslocamento. Propagação de energia por uma onda sonora. Intensidade sonora. Ressonância e modos normais em tubos de ar. Simulador de tubo de Kundt. Demonstração "flautas passivas".
P3 – Velocidade do som: atraso em tubo longo, ressonância em tubo curto, diferença de fase em dois microfones.
T6 - Superposição de ondas harmônicas. Séries de Fourier. Interferência de fonte dupla. Batimentos. Efeito Doppler (applet). Aplicações e exercícios.
T7 – Irradiação sonora por fonte pontual. Intensidade sonora em função da distância à fonte. A sensação sonora. Intensidade e nível de intensidade de um som. A escala de decibéis. Física e fisiologia da audição. Sensação de intensidade de um som em função de sua freqüência. Altura. Timbre. A física da música. Harmônicos e oitavas. Tons combinacionais. Escalas musicais, acordes e dissonâncias. A escala de Dó maior
P4 – Batimentos e timbre.
T8 - Lista de Exercícios - Som
Aula 7

Sismicidade induzida pelo homem.

Algumas atividades antropogênicas de larga escala apresentam um certo potencial para afetar o ambiente sismotectônico, desencadeando uma categoria especial de sismos denominados “sismos induzidos”. Como resultam da interação do homem com a natureza, na construção de grandes obras de engenharia, são também denominados sismos induzidos pelo homem.Tipos de terremotos induzidosCinco tipos principais de atividades humanas podem afetar o ambiente sismotectônico em suas áreas de influência, através de mudanças no nível da sismicidade local. São elas:

Atividades de mineração e pedreiras;
Injeção profunda de fluídos sob alta pressão;
Extração de líquidos;
Explosões subterrâneas;
Enchimento de reservatórios na construção de barragens.
Veja uma video aula de como surgem os terremotos, clique aqui
Aula 6

Terremoto e leis do atrito

O entendimento tradicional sobre tectonismo define que a cima da litosfera há uma camada com baixa deformação elástica (chamada crosta terrestre), isso nos da duas teorias quanto a sua deformação: a primeira é uma frágil fratura dessa crosta com a liberação de material piroplastico (lava), a segunda esta associada a duas variáveis, força e a associação frágil de matérias que tendem a se fraturar, porem esses dois pontos de vista são imprecisos o que pode levar a erros na mecânica dos terremotos. Porem uma nova teoria vem sendo observada, com a análise de terremotos que nunca ocorrem pelo aparecimento de uma nova falha, eles ocorrem em falhas preexistentes, com isso percebemos que esses terremotos são gerados pelo atrito. Essa distinção foi observada cedo pelos pesquisadores, mas somente em 1966 que Brace e Byerlee cogitou que os terremotos são resultados de um desliza-cola, assim o terremoto é o desliza e o cola é um período onde há a acumulação de deformação elástica, após essa observação foi criada uma completa lei sobre rochas. O que nos intriga é que uma nova gama de fenômenos está parecendo resultar desse atrito sobre as zonas de falhas. No modelo padrão de desliza-cola, o deslizamento começa quando o stress normal da superfície atinge o coeficiente de atrito estático, após o inicio do deslizamento o atrito cai para o seu coeficiente dinâmico, isso é, gera uma redução no seu valor, e devido a essa redução da remitência esse conjunto pode deslizar dependendo da rigidez do sistema, que resulta em uma instabilidade dinâmica. Essa descoberta verificou que o conteúdo do modelo padrão de terremotos deveria ser revisto, a) pois para superfícies que estão em contato estático por um período de tempo t o coeficiente de atrito dinâmico sobe com o log t, b) o atrito dinâmico depende da V (velocidade) de deslizamento que pode ser negativa ou positiva dependendo do tipo de rocha e outros fatores, c) após a súbita mudança de velocidade o atrito se eleva retornando a um ponto de equilíbrio (atrito estático), essa velocidade gera uma distancia L que é o cola. Ainda existem muitos detalhes a ser elaborados sobre a lei de atritos, como seus parâmetros, suas propriedades e parâmetros na aplicação aos fenômenos sísmicos, porem essa discussão nos levou a um entendimento melhor quanto a mecânica dos terremotos e assuntos relacionados a ela.
Referencias:
Scholz C. H.Earthquakes and friction laws Nature 391 (6662); 37-42 (1998)
Terremotos: como prevê-los?

Embora a ciência já tenha revelado muito sobre as causas do terremoto, os pesquisadores ainda se ressentem da falta de segurança para prever a sua ocorrência Giovani Vasconcelos
Terremotos são fenômenos naturais que impressionam tanto pela capacidade de destruição como pela dificuldade de prevê-los, dada a complexidade dos processos físicos envolvidos. Desde a Antigüidade – o primeiro instrumento para detecção sísmica foi inventado pelos chineses no século II –, buscamos compreender os terremotos e aperfeiçoar nossos métodos de predição.
Nos últimos 15 anos, têm-se acumulado evidências de que os terremotos exibem características comuns a vários outros sistemas físicos, tais como os sistemas caóticos e os fractais. O estudo desses novos aspectos da física de terremotos transcende o interesse meramente acadêmico e pode ser de grande importância prática, como argumentaremos abaixo.
A moderna teoria da origem dos terremotos assenta-se sobre dois pilares: a teoria tectônica de placas e a teoria do rebote elástico. Segundo a teoria tectônica, a crosta terrestre está fragmentada em diversos segmentos (placas) que se movem lentamente uns em relação aos outros. Por exemplo, a placa da América do Sul, que se estende até o meio do Oceano Atlântico, está se afastando da placa africana a uma taxa de aproximadamente três centímetros ao ano. Em uma falha geológica, que corresponde à região de contato entre duas placas tectônicas, o atrito se opõe ao deslizamento relativo das placas, tentando mantê-las “coladas” entre si. Impedida de se mover ao longo da falha, a crosta terrestre vai se deformando lentamente em virtude de suas propriedades elásticas.
Um terremoto acontece quando a força elástica em algum ponto da falha supera a força de atrito, provocando então um deslizamento brusco, o chamado rebote elástico. (Os tremores sentidos na superfície da terra são causados por ondas sísmicas, ou seja, vibrações da crosta terrestre originadas durante o terremoto e que podem se propagar por milhares de quilômetros.)
A origem tectônica dos terremotos é confirmada pela observação experimental de que a grande maioria dos abalos sísmicos acontece, de fato, nas fronteiras entre placas.
Isso explica, por exemplo, por que o Brasil, que se encontra no centro da placa da América do Sul, está relativamente livre de terremotos, enquanto o Chile, por se situar próximo à borda ocidental da nossa placa, está em uma zona de risco. Terremotos podem acontecer também em falhas existentes no interior de uma placa, mas esses são, em geral, de pequena intensidade. É o caso, por exemplo, dos tremores sentidos em Caruaru recentemente e em João Câmara (RN), em 1986. Embora os aspectos gerais da origem dos terremotos sejam bem compreendidos, os detalhes de como se dão esses deslizamentos ainda precisam ser mais bem elucidados, e nessa empreitada o estudo de modelos físicos simples é uma ferramenta bastante útil.
Um modelo simplificado para terremotos consiste de dois blocos de rocha apoiados um sobre o outro, com o bloco inferior fixo e o superior ligado por meio de uma mola a um suporte horizontal que se move lentamente. À medida que o suporte avança, alonga-se a mola e aumenta, portanto, a força elástica sobre o bloco superior, até chegarmos a uma situação em que a força elástica supera a força de atrito e o bloco começa a deslizar.
Dependendo do tipo de atrito cinético entre as rochas, o deslizamento resultante pode ser rápido (terremoto) ou apenas gradativo (creep). Assim, se conhecêssemos o atrito atuando numa dada falha, poderíamos determinar, a priori, se essa falha apresentaria atividade sísmica ou se seria inativa. Infelizmente, determinar o atrito em condições geológicas não é fácil, de modo que nesse aspecto nosso modelo é mais de interesse teórico do que prático.
Recentemente, estudamos uma versão mais sofisticada do modelo acima, em que o bloco superior está ligado ao suporte móvel através de duas molas dispostas perpendicularmente entre si. Nesse caso, a dinâmica do sistema é muito mais complexa, apresentando um comportamento caótico em que terremotos acontecem de maneira imprevisível. Concluindo, a existência de caos em modelos simples de terremotos deve ser vista como uma forte evidência de que terremotos reais são, muito provavelmente, fenômenos caóticos. Esse fato, por si só, tem sérias implicações práticas, pois limita consideravelmente nossa capacidade de predição.
Giovani Vasconcelos é professor do Departamento de Física da UFPE
Fonte: www.ufpe.br
O terremoto é uma oscilação rápida e freqüentemente violenta da superfície da Terra (do solo ou do fundo do oceano) provocada pela fricção interna das partes móveis da crosta terrestre. Enquanto os tremores suaves podem ocorrer em qualquer região do globo, os grandes terremotos geralmente ocorrem perto das bordas das principais placas que constituem a crosta e ao longo das elevações no meio do oceano, onde uma nova crosta está em formação.
O alcance e o impacto dos terremotos depende da energia que liberam; seu ponto de origem está geralmente localizado em uma profundidade não superior a 30 km, sendo denominado foco. O epicentro é o ponto da superfície terrestre localizado verticalmente acima do foco; as ondas de choque deslocam-se para o exterior do epicentro com velocidades distintas em diferentes camadas da crosta terrestre.
São vários os tipos de ondas que resultam de um terremoto. O primeiro é o das ondas superficiais, muito fortes perto do epicentro e responsáveis pelos maiores danos de um terremoto. Como sua intensidade se reduz muito rapidamente, torna-se impossível detectá-las, em regra, a uns 320 quilômetros do epicentro, embora as ondas longas, muito mais fracas, possam percorrer grandes distâncias. Mas, a uma certa distância do epicentro, as ondas observadas geralmente percorrem o próprio interior da Terra, recebendo a denominação de ondas primárias e ondas secundárias. Por se deslocarem com maior velocidade, as ondas primárias chegam antes ao observatório. Além disso, as ondas secundárias praticamente não conseguem atravessar as massas líquidas.

A escala Richter

Os abalos sísmicos são classificados de acordo com a energia mecânica, ou onda de choque, que liberam. A convenção usada para medí-la segundo uma simples pontuação é a escala Richter, introduzida em 1935 pelo sismólogo americano Charles Francis Richter (1900 - 1985). Ele pretendia empregá-la apenas para avaliar a intensidade de terremotos no sul da Califórnia, detectados por um sismógrafo. A partir dessas primeiras experiências de Richter, os abalos mais fracos receberam valores próximos de zero e a escala foi construída de forma que o acréscimo de cada ponto ou unidade representasse um aumento equivalente a 10 vezes na magnitude do terremoto. Pela convenção, o zero eqüivale aproximadamente ao choque produzido no chão por um homem que salta de uma cadeira. Devido a seu método objetivo de avaliação, a escala Richter foi adotada como padrão universal.

Sismógrafos

Os aparelhos destinados ao registro dos terremotos, denominados sismógrafos, se baseiam na obtenção de um ponto relativamente fixo, o qual, enquanto a Terra se move conserva, por assim dizer a mesma posição no espaço. Para registrar os movimentos verticais, utiliza-se uma massa suspensa de uma mola em espiral que está presa a um suporte. Essa massa é provida de um estilete cuja extremidade roça suavemente um cilindro arrastado por um movimento de relojoaria e no qual está fixado um papel recoberto de negro de fuligem. Enquanto a crosta se encontra em repouso, o estilete marca no cilindro uma linha horizontal, porém, ao se produzir uma sacudidela vertical, a massa oscila e o estilete vai traçando uma linha mais ou menos ondulada, segundo a intensidade do movimento.Os sismógrafos para o registro dos movimentos horizontais têm a massa colocada no extremo de uma vareta horizontal, suspensa por um fio cujo extremo se encontra na mesma vertical. O estilete da massa vai marcando sobre o cilindro a linha sinuosa das oscilações a que está submetido a massa do aparelho como resultado dos movimentos horizontais do solo.
Os sismógrafos mais modernos são eletromagnéticos, feitos de material eletricamente indutivos e dotados de uma bobina, com que se produz uma corrente elétrica ao se mover o pêndulo. O amortecimento também é eletromagnético. De alta sensibilidade, o aparelho possui uma saída para o computador, para análise da informação.
Fonte: br.geocities.com

Aula 5

Ondas Sismicas



Parte da energia potencial acumulada sob a forma de deformação nas rochas, é liberada através de ondas sísmicas que partem do ponto inicial de ruptura e se propagam em todas as direções. Essa região confinada em subsuperfície onde se originam as ondas é chamada de Foco ou hipocentro. Sua projeção até a superfície do globo terrestre corresponde ao Epicentro do terremoto.As ondas sísmicas se propagam com velocidade e características definidas por propriedade do meio por onde passam. Elas se classificam como Ondas Internas quando se propagam pelo interior da Terra (Ondas de Corpo) e como Ondas de Superfície quando se propagam próximo à superfície terrestre. No primeiro caso temos as Ondas P e S e no segundo caso temos as ondas Love e Rayleigh.Tipos de ondas sísmicasOnda P ou Primária, Longitudinal ou Compressional-dilatacional: A onda sonora é um exemplo de onda P. É mais rápida e consegue se propagar em todos os meios. As vibrações de partículas são paralelas à direção de propagação da onda e corresponde a sucessivas compressões e dilatações do meio por onde passam, como ilustrado na figura abaixo:




Onda S, Secundária, Transversal ou Cisalhante: Não consegue se propagar no meio líquido (pastoso). As vibrações de partículas seguem movimentos cisalhantes que são perpendiculares à direção de propagação da onda. Veja a figura abaixo:




Onda Love: As vibrações ocorrem no plano horizontal que é perpendicular à direção de propagação da onda. Segue o exemplo abaixo:



Onda Rayleigh: O movimento das partículas se dá em um plano vertical à direção de propagação da onda.




Efeito das ondas sísmicas.


Na crosta terrestre, a velocidade média das ondas P é de aproximadamente de 5 km/s e da Ondas S é cerca de 3 km/s. As ondas de superfície são mais lentas e sua penetração em profundidade depende de seu comprimento de onda. O tempo aproximado que uma onda P leva para atravessar diametralmente a Terra é de aproximadamente 20 minutos. O terremoto do Chile de 1960 (magnitude 8,0 MS ou 9,5 Mw) liberou tanta energia que as ondas superficiais continuaram sendo registradas durante 60 horas após o evento.


Fases de ondas que se propagam na crosta terrestre.






* Pg: Ondas P que propagam a distâncias mais curtas (0.1º <>
Estas ondas se propagam somente dentro da crosta. A distâncias um pouco maiores causam reverberações múltiplas no interior da crosta. Esta onda alcança velocidade média de 5.8 km/s.

* Sg: Ondas S que propagam a distâncias mais curtas (0.1º <>
* P* ou Pb, S* ou Sb: Ondas P e S refratadas na Descontinuidade de Conrad (2º <>
* Pn e Sn: Ondas P e S refratadas na Descontinuidade de Moho (Mohorovicic) que separa a crosta do manto terrestre (2º <>
* PnPn e SnSn: Ondas Pn e Sn com reflexão livre na superfície.

* PgPg e SgSg: Ondas Pg e Sg com reflexão livre na superfície.

* PmP:Ondas P com reflexão no lado externo da Descontinuidade de Moho.

* PmS: Ondas P com reflexão no lado externo da Descontinuidade de Moho e se convertendo para onda S.

* SmS: Ondas S com reflexão no lado externo da Descontinuidade de Moho.

* SmP: Ondas S com reflexão no lado externo da Descontinuidade de Moho e se convertendo para onda P.

* Rg: Ondas Rayleigh (Superficiais) de período curto com propagação na Crosta.A Figura abaixo mostra a trajetória das ondas na crosta terrestre:





Ondas que se propagam no Núcleo
* PKP: É a ondas P direta que se propaga dentro do núcleo (Distancia <>
* SKS: É a onda S direta que se propaga dentro do núcleo.
* PKPbc (PKP1): É a onda P que se propaga na parte inferior do núcleo externo.
* PKPab (PKP2): É a onda P que se propaga na parte superior do núcleo externo.
* PKPdf (PKIKP): É a onda P que se propaga dentro do núcleo interno.
* PKPdif: É a onda P difratada no limite entre o núcleo externo e o núcleo interno.
* PKS: É a onda P não especificada que se propaga no núcleo e se converte para onda S no limite manto-núcleo.
* SKP: É a onda S não especificada que se propaga no manto com fase S e ao entrar no núcleo externo é convertida em onda P seguindo o seu trajeto.
* PKKP, SKKS, PKKS, SKKP: São as ondas P ou S não especificadas que se refletem uma vez no limite manto-núcleo no interior do núcleo externo. No caso das ondas S, por não se propagarem dentro do núcleo externo, elas têm a propriedade de se converterem em ondas P enquanto atravessam o núcleo externo.
* PKiKP, SKiKS: São as ondas P ou S refletidas no limite do núcleo interno. No caso das ondas S, por não se propagarem dentro do núcleo externo, elas têm a propriedade de se converterem em ondas P enquanto atravessam o núcleo externo.
* PKiKS: É a onda P refletida no limite do núcleo interno e depois se convertendo para onda S.
* PKJKP, SKJKS: São as ondas P ou S que se propagam no núcleo externo com fase P e no núcleo interno com fase S.